Cultura de Resiliência

A área de Cultura de Resiliência do CIUPOA nasce inspirada pela construção e implementação da 1ª Estratégia  de Resiliência de Porto Alegre, o desafio 100 Cidades Resilientes. Nessa fonte aprendemos que é preciso fazer da Resiliência não um modismo ou uma resposta circunscrita ao âmbito  institucional e formal de um governo.

A resiliência para nós é um modo de vida individual e comunitário que deve estar  presente no cotidiano da cidade, de todas as cidades e do pensamento e conhecimento  inovadores diante dos novos desafios deste século XXI: a globalização em suas múltiplas dimensões, econômica, financeira, social, humana, ambiental, político-institucional, a urbanização acelerada, as mudanças climáticas, o consumismo e o individualismo.

Fazer da Resiliência uma cultura de toda a sociedade passou a ser o nosso desafio, porque queremos que o mundo onde vivemos seja sustentável e capaz de assegurar qualidade de vida e boa convivência a todos e não só a uma minoria de humanos.

As primeiras iniciativas do projeto Cultura de Resiliência do CIUPOA serão:

 

  • A implementação de uma lei municipal de Resiliência em Porto Alegre que assegure a inclusão do fortalecimento da Resiliência nas decisões de gestão e de planejamento da cidade;
  • A implementação de uma lei estadual de Resiliência para o Estado do RS e todas as cidades gaúchas que faça do RS o primeiro Estado Federado Resiliente do mundo até 2022;
  • A construção do Centro de Altos Estudos em Resiliência e Mudanças Climáticas, um local que será construído dentro da Zona Rural de Porto Alegre com o objetivo de abrigar pesquisadores, trabalhar com crianças do turno inverso de escolas da Zona Rural, acolher um entreposto de produtos orgâncos;
  • A colaboração com a iniciativa do governo local de confeccionar um Índice de Resiliência Urbana como métrica da evolução comparativa da Resiliência de Porto Alegre diante de outras cidades do mundo;
  • A colaboração com o Orçamento Participativo para introduzir a lente da Resiliência nas decisões sobre a aplicação dos recursos do orçamento municipal;
  • A colaboração com outras entidades privadas e instituições públicas para a captação de recursos para investimentos em projetos resilientes nas áreas social, urbanística e de infraestrutura.

 

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